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Após 2015 complicado, Pats foram um dos times com menos lesões em 2016

Sem sombra de dúvidas, o maior problema dos Pats em 2015 foram as lesões durante a temporada. Porém, em 2016, após a mudança de coach, o quadro se reverteu e New England foi um dos times mais saudáveis da NFL.

Após 2015 complicado, Pats foram um dos times com menos lesões em 2016

A lesão faz parte do dia-a-dia do jogador de futebol americano. Mesmo com toda a proteção dos uniformes e precaução, é impossível sair de uma temporada 100%, por mais forte que o atleta seja.

Para ajudar a diminuir o número de jogadores machucados, contrata-se um treinador específico chamado de Strength and Conditioning Coach, que fazendo uma analogia com o futebol, seria semelhante ao preparador físico.

Desde a chegada de Bill Belichick em New England, três pessoas assumiram esse cargo.

De 2000 a 2010, Mike Woicik serviu como preparador físico dos Patriots. Da temporada 2008 até a 2010 (sua última), o time de Foxborough foi o 23° mais saudável da liga, segundo dados do Football Outsiders.

Com a saída de Woicik, Harold Nash assumiu a posição de 2011 a 2015. Com ele, os Pats ficaram ranqueados em 30°, 19°, 29°, 12° e 29° dos times mais saudáveis, respectivamente. Não é coincidência o título do Super Bowl ter vindo no ano com menos lesões.

Mesmo o 23° lugar na era Woicik não ter sido nada deslumbrante, as acumuladas vezes que New England ficou nas últimas posições com Nash no comando, isso rendeu sua demissão.

Para seu lugar, chegou Moses Cabrera. Com ele, os Patriots foram a 8ª equipe mais saudável da liga em 2016, o que culminou na conquista do Super Bowl LI. Falamos como isso impactou na linha ofensiva também.

Porém, qual foi a cultura que mudou com a chegada de Cabrera que deu tão certo? Na semana de bye da temporada passada, Bill Belichick falou sobre:

“Eu diria que a coisa em que mais tentamos nos concentrar foi nas lesões que sentimos que eram mais fáceis de se previnir.

Um osso quebrado ou um hit impactante são difíceis de previnir. Porém, as lesões que ocorrem sem-contato, como estiramento, fadiga e desidratação são umas que acho que como um coach e um staff você olha para trás e diz: “Poderíamos ter feito coisas diferentes?”

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