5 coisas que você precisa saber sobre os Dolphins

Nesta semana da NFL, o compromisso do New England Patriots é com seu rival de divisão, o Miami Dolphins. Mesmo já sendo um adversário conhecido, separamos cinco aspectos que você precisa saber sobre o time da Flórida.

5 coisas que você precisa saber sobre os Dolphins

1- Quando eles estão motivados e preparados a jogar, a linha defensiva é impressionante

Ndamukong Suh, Jordan Phillips, Jason Jones, Mario Williams e Cameron Wake, todos foram bem na derrota do último domingo contra os Seahawks. O jogador mais caro da free agency ano passado, Suh, que não justificou o valor pago nele em sua primeira temporada pelos Dolphins, estreou com tudo em 2016. Foram quatro tackles, um sack e três hits em cima de Russell Wilson. Tudo bem que a linha ofensiva dos Hawks é uma das piores da NFL, mas os números são muito bons. Cameron Wake, veterano de 34 anos, vem entrando como pass rusher situacional, pois está voltando de uma lesão no tendão de aquiles que o afastou de mais da metade dos jogos em 2015. Porém, não se pode subestimar um atleta com mais de 70 sacks na carreira. Mario Williams, que estava indo bem contra o Seattle, sofreu uma concussão, e sua disponibilidade para a partida é incerta, após não ter treinado durante a semana.

2 – Reshad Jones é um ótimo jogador, mas o resto da secundária é vulnerável

Se o front-seven de Miami é poderoso, a secundária não pode ser considerada igual. Reshad Jones é a única exceção, o safety que está na sua sétima temporada de NFL, é um dos melhores de sua posição, e sua área do campo é um tormento para os quarterbacks adversários, só em 2015, ele forçou 5 interceptações. Já na posição de cornerback, a dupla titular é totalmente diferente da do ano passado. Byron Maxwell, ex-jogador que fazia parte da Legion of Boom, recebeu um contrato monstruoso dos Eagles, e em menos de um ano na Philadelphia, foi trocado.

O segundo CB da equipe é o calouro Xavien Howard, escolha de segundo round dos Dolphins. Contudo, Howard treinou limitado durante a semana, e não tem presença garantida para domingo. Para fechar a secundária, o time de Miami conta com o free safety Isa-Abdul Quddus, autor da única interceptação de Russell Wilson semana passada. Caso jogue, Xavien Howard deverá ser o alvo de Garoppolo. Passes curtos e rápidos podem ser a chave para vitória.

SS Reshad Jones, em ação pelos Dolphins.
SS Reshad Jones em ação pelos Dolphins.

3 – O ataque deles vem muito mal em terceiras descidas a mais de um ano

Ano passado, os Dolphins foram o pior time da AFC em conversões de terceiras descidas, com apenas 31% de aproveitamento. Contra os Seahawks, a má fase continuou, e os “Golfinhos” só converteram 21% (3-14) dos thirds downs, o segundo pior aproveitamento entre todos os times na semana 1. Nas últimas duas vezes que viajou até Boston, os Dolphins foram, mais uma vez, pífios nas terceiras descidas (5-27). Se eles quiserem provar o contrário do script, terão que contar com uma maior participação do RB Adrian Foster, que ainda não tem presença garantida, e opções secundárias no jogo aéreo, como o recebedor Kenny Stills.

4 – A questão “Ryan Tannehill” ainda paira

É Ryan Tannehill um franchise quarterback capaz de carregar os Dolphins até os playoffs? Ou ele é só um “comum” que deu sorte de fechar um grande contrato? Mesmo com um novo sistema de jogo, ninguém de South Florida tem certeza absoluta em responder essa pergunta. Tannehill teve bons momentos ano passado, como quando lançou para 350 jardas contra os Patriots no último jogo da temporada regular, porém, também teve momentos de inconsistência. Mesmo a linha ofensiva de Miami tendo uma parcela de culpa, já era esperada uma maior evolução de Ryan, que entrou no seu quinto ano de liga.

Um fato que sabemos para a partida do final de semana é que os Pats continuarão com sua sequência (melhor da liga) de pelo menos um sack por jogo viva. Nas últimas quatro visitas a New England, os Dolphins sofreram uma média de 5.5 sacks. No domingo passado contra os Seahwaks, o pass rusher de Seattle conseguiu quatro sacks e oito hits.

5 – O Special Teams deles é mediano, mas o calouro Jakeem Grant vem impressionando

Kicker Andrew Franks, que converteu apenas 81.3% dos field goals tentados ano passado, teve um chute de 27 jardas bloqueado na semana de estreia. Punter Matt Darr foi um dos melhores da liga em 2015, com uma média de 47.6 jardas em cada punt. O calouro Jakeem Grant vem aparecendo como uma potência como retornador. Ele é jovem, mas mesmo assim, mostrou uma ótima atuação nos retornos de kickoffs contra os Hawks, com uma média de 33.5 jardas.

Nos punts, Grant também foi bem, com uma média de 16 jardas. O escolha de sexta rodada em 2016, que tem apenas 1 metro e 68 centímetros de altura, será uma presença intrigante no jogo de domingo.

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