Conheça os dois novos recebedores dos Patriots

Steve Balestrieri analisou os dois novos recebedores que chegaram em New England através dos waivers, falando um pouco sobre a forma como jogam.

Conheça os dois novos recebedores dos Patriots

Com a redução dos rosters dos times para 53 jogadores, restaram aos Patriots apenas 4 recebedores, sendo um deles Matthews Slater, um special teamer.

O time buscou nos waivers dois jogadores intrigantes! Amarah Darboh, ex-Seattle Seahawks e Chad Hansen, ex-New York Jets. Ambos calouros na temporada passada!

Mas os dois jogadores chegam em New England com a oportunidade de aprender com o trabalho que é feito nos Patriots. Aprender a voar nunca é fácil, o esquema ofensivo dos Pats e principalmente a árvore de rotas para os WRs é complicado de se pegar. Já vimos bons recebedores chegar em New England e não obter o sucesso que planejavam, portanto, não vamos criar muitas expectativas.

Chad Hansen

Hansen tem apenas 23 anos, passou toda a temporada passada no NY Jets, time que o draftou na quarta rodada do draft de 2017. Chad atuou em 15 jogos, agarrando 9 passes para 94 jardas.

Ele é o tipo de jogador que os Patriots gostam, pode ser utilizado de diferentes maneiras. Ele atua slot e consegue executar bem uma jogada que os Patriots adoram, voltar e agarrar a bola em uma rota “dig” (Bastante comum vermos Edelman executando está jogada), Chad tem habilidade para fazer recepções na sideline e também de enganar o marcador com sua agilidade. Seu modo de jogo lembra um pouco o de Chris Hogan.

Amarah Darboh

Darboh tem a combinação de tamanho/velocidade que muitos times procuram. Ele tem 1,88 metros (6’2) e 97 kilos (215). Foi draftado na terceira rodada do draft de 2017 pelo Seattle Seahawks. Finalizou o ano com 8 recepções para 71 jardas. Antes de entrar como recebedor Amarah jogou nos special teams.

Darboh consegue jogar tanto no slot como outside. Ele é um pouco lento correndo rotas, mais do que o comum para um recebedor, mas uma vez em que ele recebe a bola em campo aberto, é onde a sua velocidade aparece.

Agarrar bolas quando a marcação está apertada não é o seu forte, também não é o cara mais ágil, mas ele é bom bloqueando para o jogo corrido. Suas mãos são boas, mas ele sofre com alguns drops por falta de concentração. Darboh também retorna punts.

O técnico de recebedores Chad O’Shea irá ter que fazer com que esses jogadores trabalhem no sistema do time e aprendam o playbook. Tanto O’Shea como McDaniels têm que arrumar um jeito para que os dois consigam um pouco de separação na linha de scrimmage.

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